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[Estudante.com] São os alicerces, oras.

jul 12, 2012 by     1 Comment    Posted under: Outros

Boa tarde, meus queridos e mais lindos leitores! Como havíamos combinado o dia de hoje é dia de Classes Gramaticais. E para começar do começo o início, vamos relembrar algumas coisinhas sobre estruturas. Vocês sabem que tudo que existe, sendo objeto, gente, ou sei lá mais o quê, tem estrutura. Assim como nossas casas tem madeiras para sustentá-las, e de forma modelada para todas as outras, nossa língua também merece ter sua estrutura. Imagina como seria se as coisas não fossem estruturadas? Se a língua não tivesse regra? Seria engraçado se eu dissesse VACA e vocês pensarem em BOLACHA. Não haveria nenhum tipo de comunicação se as coisas não fossem definidas. Por exemplo, se eu dissesse: “Paulo São maior do economia tem com comparando capitais mercado do Brasil.” Vocês entenderam? Esse exemplo não deixa de ser uma forma de comunicação, uma junção de palavras que intencionam algum tipo de informação. Agora, se eu estruturar essa frase de acordo com a gramática, e disser: “São Paulo tem a maior economia do mercado comparando com as capitais do Brasil.” Facilitou, não?!
Tudo isso porque a linda gramática criou algo que chamamos de ESTRUTURA FRASAL, ou, mais comumente, SUJEITO+VERBO+COMPLEMENTO.
Para tudo que falamos, é quase automático o uso dessa estrutura. Porém, quando a escrita vem, o medo domina. E aí fica cada vez mais difícil saber ordenar as palavras, na vontade de embelezar um texto… Na confusão de colocação de cada palavra, aparece outro problema nível 100000: a concordância.
E eu vim apaziguar essa rincha que temos com essa concordância. Vamos combinar que, na linda gramática, para cada regra, há um trilhão de exceções. Isso é realmente um grande problema, mas temos de nos acostumar com essas adaptações da Língua Portuguesa. Até porque fazemos o possível para facilitar a comunicação entre nós mesmos.
Concordar uma coluna com a outra, é como pregar uma madeira na outra, construindo uma casa. Nesta história, você é o construtor, e o lápis é o prego. Por exemplo, para concordar a coluna NÓS, precisamos encontrar uma outra coluna que tenha molde em 3ª pessoa do plural (nós): iremos.
Se pregarmos certamente a coluna NÓS na coluna IREMOS, nós teremos: NÓS IREMOS.
Agora, se eu tiver uma coluna UM OU OUTRO, no sentido de um excluir o outro, precisamos concordar com a coluna no singular. O motivo? Porque o sentido é somente de um ou outro, e não os dois. Então, se tivermos UM OU OUTRO, podemos pregar com AJUDAVA A COZINHEIRA. Entenderam?
Agora, imaginem vocês pegando a coluna A GENTE e pregar no FOMOS. A casa não ficaria torta? Óbvio. Porque a coluna A GENTE combina com FOI, e FOMOS combina com NÓS. Certo ai?
Enfim, basicamente, meus amores, precisamos dessas estruturas. Se não fosse por elas, não estaríamos conversa.
E para iniciarmos um bom texto, ou ao menos, uma boa comunicação, começaremos por aqui… Caso alguém precise de mais ajuda, só enviar-me um e-mail: ale.bussi@hotmail.com

Um beijo enorme, meus amores,
Cuidem-se.

Alessandra Bussi
@estudantecom
ale.bussi@hotmail.com

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